segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Spasskaya Bashnya


Desde o último dia 5 até o próximo dia 10 de setembro, acontece na Krasnaya ploshchad (Praça Vermelha) em Moscou, na Rússia, o Spasskaya Bashnya, I Festival Internacional de Música Militar, que reune bandas de vários países, dentre eles o Reino Unido, Índia e China. Na foto, a apresentação da Escola de Artes Marciais do Monastério Shaolin.

sábado, 5 de setembro de 2009

5 coisas que os paraenses fazem fora do Pará

"Meus caros amigos desocupados leitores, para lhes trazer esse texto foram meses de pesquisa, noites insones no Aeroporto Internacional de Belém, horas dentro de arquivos empoeirados, tardes na esquina da Gaspar Viana com a Frutuoso Guimarães comendo completo com suco de abacate. É um trabalho realizado com todo o esmero para delinear as práticas paraenses mais comuns Brasil afora, espero que vocês curtam e identifiquem o paraense dentro de vocês (no sentido não literal da palavra).
5º Dançar carimbo
O carimbó é uma instituição cultural paraense interessante, poucas pessoas têm coragem de dizer que não gostam, a maioria diz que acha bacana, mas não aguenta ouvir duas músicas.
Contudo, quando está longe do seu estado, o paraense quer mostrar-se íntimo de sua cultura, dizer que conhece, sabe todas as íntimidades das práticas populares da região que lhe pariu. Aí começa o festival de bizarrices.
Dentre as atitudes bizarras dos paraenses fora do seu estado, a mais lastimável de todas e tentar mostrar-se conhecedor da sua cultura e tentar dançar carimbó. A cena é a pior possível, na ponta da língua um carimbó mainstream (tipo "Olêlê Olálá misturei carimbó, siriá". Claro que interpretadas como "Olêlê Olálá isculê, carimbó siriá") pessoas tentando dançar com a malemolência cabocla, mas parecem misturar a coregorafia do Thriller com a dança do robô. O mais bizarro de tudo é a cara das pessoas vendo aquilo, devem pensar o que do carimbó? Já não bastava ser desprezado por parte dos paraenses, agora os de fora também abominarão? Pra piorar, os nossos conterrâneos ainda tentam ensinar os outros a dançarem.
Mas depois de duas dúzias de solos de palmas, e de três refrôes, o carimbó volta, aliviado, para o seu limbo.
4º Se empacotar todo
OK. O Pará é um lugar quente, está situada no cu centro da linha do Equador, as temperaturas ultrapassam os 30º em boa parte do ano, mas não é por isso que devemos vestir todas as roupas de uma vez só quando vamos para um lugar frio.
Na minha marota opinião, o povo paraense tem um complexo, o desenvolvimento do estado não ocorre de forma acelerada somente por motivos econômicos ou tacanhismo político, mas também por um motivo até agora nunca levado em consideração.
O povo paraense não usa jaqueta (tá, pode me xingar, esculhambar meus antepassados, o Grisalho da Doca e o Bigode da Doca, mas existem algum sentido), isso faz dos parajoaras um povo de auto estima reduzida. Duvido que, se pudessemos usar jaqueta com mais frequência sem corrermos o risco de sermos ridicularizados, o Pará diminuiria consideravelmente a quantidade de conflitos no campo. O povo paraense de jaqueta se sente imortal!
Essa necessidade de se empacotar para se sentir civilizado algo inerente à nossa região, já que os índios (sujeitos com poucas vestimentas) são um modelo de comportamento que a maioria da população abomina, enquanto que os europeus (sempre adeptos de muitos panos) serviram de modelo de comportamento. A Belle Èpoque que o diga, com pessoas andado como franceses nas ruas da cidade em plena tarde amazônica (porque você acha que foram plantadas mangueiras em Belém?)
Outras evidências fortíssimas são os raros momentos quando a temperatura da região cai. Se beira os 20º é um Deus nos acuda de jaquetas, agasalhos e outros apetrechos que fazem os meus conterrâneos se sentirem mais próximos do pólo norte e dos filmes de Hollywood.
Ora, seguindo essa linha de raciocínio, se uma jaqueta eleva minha auto estima quanto paraense, imagine duas; três; três e um gorro; três, um gorro e luvas! Era tudo que o nosso povo queria. Contudo, para que isso aconteça são necessárias temperaturas atípicas da região, por isso, quando se dirigem para regiões mais frias os paraenses aproveitam para vestirem de uma vez todos os seus agasalhos e se sentirem um povo mais civilizado e entupirem o orlkut de fotos.
3º Falar bem do Pará
No último mês um amigo colocou umpost no seu blog falando dos monumentos mais feios da cidade, foi um texto corajoso, atraiu a ira de diversos coleguinhas conterrâneos, irritados ao verem sua cidade criticada daquela maneira.
O post fez tanto sucesso porque foi colocado na comunidade de Belém no Orkut e, nessa mesma comunidade era possível apalpar a cólera das pessoas diante da opinão do pobre pedreirense. Interessado em ver quem eram aqueles novos Filipes Patronis, tão devotados em defender sua terra de facínoras defenestradores da beleza da capital, visitei o perfil de alguns.
A grande novidade é que, dos indignados, a maioria nem morava aqui, grande parte estava radicada em outras paragens, comprovando que a distância do Pará afeta o senso crítico dos meus conterrâneos, eles passam a achar tudo lindo e maravilhoso, até a Nave da Xuxa o chapéu do Barata!
Portanto, se encontrar algum paraense Brasil afora cuidado! Falar mal do Pará pode render sérias confusões. Ele pode lhe dar uma jaquetada, afinal ele está usando umas cinco mesmo.
2º Fazer cosplay de vendedor de picolé (Usar isopor como bagagem)

Quer encontrar um paraense em um aeroporto qualquer do Brasil? Procure um isopor. Garanto que se não for um vendendor de picolé ou outro gênero alimentício gelado, é um paraense.
É impressionante como os paraenses perambulam Brasil afora com um isopor à tiracolo, é item indispensável de viagem, acredito inclusive que o Estado do Pará deva ser o maior consumidor brasileiro de caixas térmicas de isopor.
É como um item de identificação regional, algo como o chimarrão para os gaúchos, os tiroteios para os cariocas, os engarrafamentos para os paulistas e a rapadura para os cearenses. Paraense que é paraense anda com isopor nos aeroportos. É capaz inclusive de duvidarem de suas origens se lhe encontrarem em um aeroporto sem isopor.
-"Você é de Belém?!"
-"Sim!"
-"Nasceu lá?"
-"Claro!"
-"Mentira, cadê seu isopor?!"
Dentro vão gêneros alimentícios típicos da região, como o açaí, a maniçoba, o tacacá, tudo previamente congelado para que o paraense possa usar suas quarenta jaquetas, falar bem do seu estado, comendo aquela maniçoba feita dois meses atrás.
1º Desprezar paraenses
Realmente fiquei em dúvida sobre o primeiro item desse post, mas entrando em contato com orgãos especializados como a COHAB, o DIEESE e FAJUTA (Faculdade Jurunense de Tecnologia Avançada), resolvi mandá-los às favas e fazer o que eu achava mais coerente.
Conversando com um amigo, concluí que a coisa mais significativa que os paraenses fazem fora do Pará é desprezarem seus conterrâneos, mas calma! Não questione a minha masculinidade. Vou explicar.
Quem já viajou para fora do estado em grupos, viu que os paraenses quando estão em outro estado se agarram com todo mundo, menos com outro(a)s paraenses.
É uma situação recorrente, principalmente com as meninas, que preferem mil vezes um carioca com um charme de ator pornô mal educado, um paulista boçal ou um sulista fedorento a um paraense. Com os rapazes acontece o mesmo, mas em menor escala, devido ao grau de promiscuidade inerente ao sexo masculino.
A paraense, depois que se agarra com alguém de outro estado, prontamente gera um rei na barriga. Não quer saber mais de pessoas do seu estado. "Pra quê regredir migâh! Eu peguei um gatinho carioca!".
Quando retornam ao Pará a humildade demora, mas volta. Os rapazes paraenses entendem os gestos de boçalidade das moiçolas do estado. Afinal pegariam também uma carioca ou uma paulistinha, se elas quisessem....
Se você discorda, concorda, me ama e tem vergonha de se declarar, se tem pesadelos terríveis com o canguru da Radiolux, comente. Será um prazer rir de você."

Postagem original: Lorotas da Doca

Bad things

Abertura da sensacional série True Blood. (Música: Jace Everett - Bad Things)


sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Ode à verdade


Na China, quem fizer playback, a partir de outubro deste ano, pagará multa de 3.000 iuanes (equivalente a US$ 439). Depois da descoberta da dublagem da menininha em "Ode à Pátria" (a real cantora foi considerada "esteticamente inadequada" para aparecer) na abertura dos Jogos Olímpicos de Pequim, ano passado, o Ministério da Cultura chinês quer evitar outro vexame do tipo. Segundo o vice-ministro de Cultura chinês, Tuo Zuhai, fazer playback "é uma grosseira violação das leis e regras" e não só danifica os direitos dos consumidores, mas também os dos cantores e músicos.

Fonte: Estadão

5ª is back!

O Quinta Emenda voltou, comandado por Marise, Lívia e Lucas. O saudoso Juca deve estar, lá de cima, gostando e muito! :)

Tweet Opera

Quer ser um libretista? Então siga o @youropera e deixe sua participação na primera ópera escrita através do Twitter. Alguns trechos (entre eles, frases como "Quando o porco voar, esse pássaros vão chorar, e para sempre deixarão a tortura para o demônio. Traga-me um porco!") serão interpretados neste sábado e domingo por dois cantores na Royal Opera House, usando melodias "emprestadas" de óperas famosas e canções originais compostas por Helen Porter. Segundo Sara Parsons, porta-voz da Royal Opera House, cerca de 900 pessoas usaram o site para enviar mensagens de até 140 caracteres, e o volume gerou conteúdo suficiente para uma ópera de sete atos. Veja o teaser:



Fonte: Info Plantão

Royal Falcon Fleet






Para os amantes do mar, o Royal Falcon Fleet RFF135, com design da Porsche, é a 8ª maravilha do mundo. Tem 472 m² de área útil, 41 m de comprimento, 12,5 m de altura, 208 m no deck superior ecapacidade para hospedar 20 pessoas, além de dois motores turbodiesel com 4.600 cavalos. É claro que, para ter este brinquedinho, como o próprio site do Royal Falcol Fleet diz, "Oh! What a life you command… You must be a billionaire! "
:P

Click certeiro


Esta e mais 47 outras fotos tiradas no momento certo, no muitolegal Blog. :)

Mac Darth

Via Gizmodo